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A comparação honesta não para no imposto. Quem vira PJ assume emissão de nota, contabilidade e recolhimento, e perde férias, décimo terceiro e FGTS. Esses itens entram na conta como custo, não como detalhe.
O ponto de virada é o volume de renda. Em valores menores, a carteira assinada costuma sair à frente por causa das faixas de isenção. Acima de certo faturamento o desenho muda, e a decisão passa a depender também de quanto da sua renda é pró-labore.
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